Viajar com o pet, eis a questão!

Viajar com o pet é tudo de bom, não é mesmo? Mas, infelizmente, há momentos que não é possível desfrutar de uma viagem com seu bichinho, por haver uma série de impedimentos que, por vezes, fazem com que o pet não viaje com você.

Quando a viagem oferecer riscos ao animal, é interessante que o dono opte por uma nova alternativa, como deixá-lo em um hotelzinho ou com amigos.

É recomendável desistir da viagem com o pet em situações extremas, como no caso de animais portadores de doenças crônicas (diabetes, epilepsia e problemas cardíacos). Isso porque o trajeto pode ser estressante e agravar o quadro do animalzinho. Além disso, raças consideradas braquicefálicas, ou seja, animais de focinho curto, tendem a sentir mais falta de ar. Esse é o caso do Boxer, Pug, Lhasa Apso e até dos gatos Persas. Caso seja inevitável levar o pet, é interessante posicionar o animal próximo a uma saída da ar.

Yorskshires, Pinschers e Poodle Toys também merecem um determinado cuidado, já que possuem problemas na traqueia, o que pode aumentar as chances de uma parada respiratória. Fique atento, também, às viagens com animais considerados agressivos. O estresse excessivo da trajetória pode resultar em uma convulsão.

É sempre interessante, antes de qualquer viagem, que o pet tenha passado por um check-up no veterinário. Assim, é possível evitar sustos e aproveitar férias muito gostosas, acompanhadas de quem se ama.

Caso tenha que ir viajar com o pet, acompanhe nossos guias para mais dicas:

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