Mitos e verdades sobre ter animais por perto durante a gravidez

Basta haver mais uma nova futura mamãe que começam as superstições em relação aos pets. Isso porque há riscos de doenças passadas pelo pet para a grávida, mas a ameaça só acontece em casos da falta de cuidado ou higiene.

Em relação aos cães, uma pesquisa realizada pela Universidade de Liverpool, na Inglaterra, revelou que gestantes que têm cachorros tendem a manter os níveis ideais de atividade física durante a gestação.

Já no caso dos gatinhos, o problema pode ocorrer no caso da grávida se contaminar com a toxoplasmose, uma doença proveniente das fezes do animal. Não há necessidade de se desfazer do pet por conta da gravidez, basta manter a saúde do mesmo em dia e sugerir que outra pessoa, que não a futura mamãe, limpe as fezes do animal e mantenha a higiene do local.

Para o caso dos roedores, como o hamster, o caso é o mesmo do gato. Por meio da urina do pet, pode ser transmitido um vírus chamado Lymphocytic choriomeningitis. Basta sugerir que alguém mantenha a gaiola limpa, que não haverá problemas.

Para as aves, os reservatórios de águas, principalmente de papagaios, araras e periquitos, podem carregar um agente infeccioso, que é muito raro pegar em adultos. A recomendação é que mantenham a gaiola limpa e higienizada.

Embora incomum, as pessoas donas de répteis devem ter os cuidados redobrados. Isso porque estes pets podem transmitir uma infecção por bactéria, a salmonelose. Neste caso, é recomendável deixar os pets com amigos ou em um hotelzinho até o final da gestação.

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